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A Dieta da Barriga Zero

Ah, nem vou comentar né, pra que eu continuo lendo esse tipo de livro, que vício é esse? Nunca nenhum me ajudou a emagrecer. Ou melhor, pra ser honesta, nunca eu mesma me ajudei a emagrecer. Eu gostei do princípio desses, de comer alimentos que ajudam a perder a gordura da barriga, mas acho queesse tipoi de leitura pra mim é frustração, perda de tempo e dinheio, não porque os livros não são bons, mas porque eu não quero/não consigo me ajudar com eles. A maior categoria desse blog é dieta. O que reflete bem uma da maiores preocupações da minha vida. E assunto no qual eu não venho, nos ultimos dez anos, conseguindo efeito nenhum, melhora nenhuma, só piora. Bom, chega. Chega desse assunto e espero que chegue desse tipo de leitura também.

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A dieta da barriga zero!: Perca 7kg em 32 dias

Título Original: Flat belly diet Autor: Liz Vaccariello, Cynthia Sass
Tradutor: Patrícia Azeredo
ISBN:8576844443
Gênero: Qualidade de vida
Páginas: 336
Formato: 16×23
Editora: Best Seller

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Uma dieta direcionada para a gordura abdominal é a salvação para todos que sonham com a barriga ideal. A dieta da barriga zero se baseia em um ingrediente simples, facilmente encontrado, eficaz e de nome complicado: ácido graxo monoinsaturado, ou AGMI, para facilitar. Óleos, azeitonas, frutas secas, sementes e chocolate amargo têm AGMIs em sua composição. Eles fazem parte de um grupo alimentar especial que os nutricionistas classificam como “gordura boa” e, além de ajudarem no controle do colesterol, não têm facilidade de absorção pelo organismo, ou seja, não acumulam. É este o segredo que Cynthia Sass e Liz Vaccariello compartilham com os leitores da Prevention, a revista sobre saúde e qualidade de vida mais popular dos Estados Unidos, e que agora estão reunidos neste livro para o Brasil.

Ler é o melhor exercício para o cérebro

Segundo especialista, o cérebro é como um músculo

 Aos 69 anos, a ginecologista Loreta de Moraes Napp devora livros por prazer — e também por afinidade, já que é casada com o escritor gaúcho Sérgio Napp. Porém, há outro importante motivo por trás do hábito: ela sabe que o bom desempenho da sua memória depende disto.

— A minha preocupação começou cedo, ao observar que as mulheres que eu atendia se queixavam muito de lapsos de memória após a chegada da menopausa.

Hoje, Loreta recomenda leitura às pacientes como uma poderosa aliada para enfrentar as mudanças que a vida traz.

O cientista Iván Izquierdo é um dos maiores pesquisadores mundiais na área de fisiologia da memória e seus artigos e livros já são parte imprescindível das bibliografias básicas dos trabalhos dedicados ao tema.

Nesta entrevista, concedida ao caderno Vida, de Zero Hora, ele revela que apesar dos avanços na área, não há nada melhor para o cérebro do que devorar livros.

Zero Hora — Qual a grande descoberta sobre a memória nos últimos anos?

Iván Izquierdo — São muitas, principalmente nos últimos 20 anos. Temos conhecido cada vez mais detalhes sobre o mecanismo molecular que leva à formação da memória. Isso também se chama consolidação, porque consolida a informação de diversas procedências da linguagem cerebral na memória, por meio de sinais elétricos e neuroquímicos. Se descobriu, portanto, que comunicação se utiliza, e o que ocorre depois, para a formação da memória e o curso de tempo que leva. Além disso, se estuda hoje que regiões do cérebro participam da extinção, ou seja, a inibição da resposta para que ela não seja usada a qualquer momento. Um exemplo é a memória de medo, que não precisa ser usada toda hora e que serve para ajudar pacientes vítimas de estresse pós-traumático.

ZH — Já é possível, então, apagarmos lembranças desagradáveis? Como é feita essa inibição hoje?

Izquierdo — Não seria bom perdê-las, pois é preciso lembrar de um ocorrido para que o sujeito não repita a situação que a levou ao trauma. Mas os psicoterapeutas já utilizam esse recurso há 30 anos para tratar pacientes vítimas de estresse pós-traumático. Em síntese, é empregada uma técnica que faz com que a pessoa não “acione” a memória em determinados momentos. Ela age assim após ser exposta a estímulos e cenas e a situações que lhe produz medo (uma delas é a cognitivo-comportamental).

ZH — Muitas vezes ficamos nervosos quando queremos lembrar de algo e a coisa está na ponta da língua mas não sai. Quando o “branco” é um problema real?

Izquierdo — O branco é devido à ansiedade, que causa liberação de hormônios suprarrenais chamados corticoides. Eles vão circular no sangue e acabam eventualmente no cérebro, inibindo a memória. Pode acontecer com qualquer um, não é patológico. Ou seja, tem que tratar a ansiedade. Entretanto, o “branco” pode representar um problema real, como a doença de Alzheimer, quando o sujeito passa a esquecer o nome do pai, o ofício que atua.

ZH — Mas se eu estou notando que a minha memória pode ser aperfeiçoada, o que é possível fazer?

Izquierdo — Drogas, como a Ritalina, só são indicadas para quem tem déficit de atenção. Mas quem não tem a doença e quer ter um cérebro saudável, eu recomendo ler. Esse é o melhor exercício que alguém pode fazer com o cérebro. O uso constante da memória a estimula. É como um músculo: quanto mais se usa, melhor funciona. Mas não se deve fazer um uso abusivo da memória. Na hora de dormir, devemos descansar. Cada coisa tem seu momento.

O que ajuda

:: Concentre-se: livre-se das preocupações e preste atenção naquilo que você lê, vê ou ouve.

:: Seja curioso: esteja sempre aberto a receber novas informações e saber o porquê das coisas.

:: Planeje-se: além de dar sentido à vida, ter objetivos nos motiva a ficar atentos.

:: Tenha vida social: ampliar a rede de relacionamentos é um ótimo exercício para o cérebro.

:: Compartilhe: falar sobre o que se viveu treina a memória sobre esses fatos.

O que atrapalha

::Tensão

:: Má alimentação

:: Privação de sono

:: Remédios sem indicação médica

:: Ansiedade

:: Mau funcionamento do organismo

:: Sobrecarga.

 

fonte:

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/bem-estar/19,0,3644182,Ler-e-o-melhor-exercicio-para-o-cerebro.html

A Menina Que Roubava Livros

É a segunda ou terceira vez que estou tentando ler este livro, e agora está indo melhor, estou achando mais interessante. Talvez porque a primeira eu tenha tentado ler num celular mínimo, e eu nunca tinha lido ebook assim. Agora continuo com o ebook, mas em uma aparelho mais apropriado, está muito melhor. E estou gostando mais agora. Resolvi dar uma segunda chance, apesar dos duzentos mil livros que tenho aqui pra ler, porque foi uma pessoa muito querida que me disse que era bom.

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Atualização: Terminei ontem. Gostei, gostei muito, mas foi um livro que me causou muita, muita angústia, doeu ler esse livro, doeu. Nazismo e infância são cosias que causam muito sofrimento em mim. E eu vinha de uma carga grande de leitura sobre o tema. Sei que cada página me cortava o coração. eu já tinha começado a ler esse livro e achado chato, mas comecei a ler no primeiro smartphone que eu tive um Nokia E61 e nunca tinha lido um ebook.  Acho que ter lido assim me ajudou a achar chato demais. Mas agora, seguindo a sugestão de uma amiga, resolvi dar mais um a chance, depois de tanta leitura pesada e clássica estava precisando de algo fácil de ler, leve. Fácil de ler ele é bastante, mas leve nem um pouco. Eu fiquei triste, achei muito doloroso, mas gostei de ler.

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Formato: ebook
Autor: ZUSAK, MARKUS
Editora: INTRINSECA
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES
ISBN: 8598078174
ISBN-13: 9788598078175
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2007
Número de páginas: 500

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Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em ‘A menina que roubava livros’. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido de sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona-de-casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, ‘O manual do coveiro’. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro dos vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram esses livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto da sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal.

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O Coração das Trevas

Não vou fazer o resumo aqui, tem muito resumo deste livro por aí e um outro da editora aí embaixo.

Mas esse livro me fez pensar mais uma vez que definitivamente eu não sou boa leitora. Eu já sabia disso, mas finjo que sou boa, tento ser, me engano que sou. Mas a verdade é que não sou. Não achei uma leitura legal de se fazer. Consigo reconhecer que é um grande livro, com uma narrativa poderosa, profunda e as vezes muito desconcertante e incômoda. Que é uma viagem mesmo ao coração das trevas. Mas é um livro áspero demais, cru demais e com testosterona demais. Eu gostei, fiquei envolvida pela leitura, mas achei incômoda. Não é um livro que eu gostaria de reler. Fico pensando se a tradução tem algo a ver com isso. Vou parar em uma livraria e dar uma olhada na outra tradução. Mas certamente não tem, certamente, a quem eu quero enganar? O problema foi que eu realmente não curti essa leitura, embora não tenha ficado agarrada nela, empacada, li quase de uma vez.

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CORAÇAO DAS TREVAS, O
Formato: Livro
Coleção: POCKET, V. 81
Autor: CONRAD, JOSEPH
Tradutor: POLI JR., ALBINO
Editora: L&PM EDITORES
Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA – ROMANCES
ISBN: 8525406767
ISBN-13: 9788525406767
Idioma: Livro em português
Encadernação: Brochura
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 1998
Número de páginas: 170

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O coração das trevas é o mais intenso de todos os relatos que a imaginação humana jamais concebeu.” (Jorge Luis Borges)

Novela que deu origem ao fillme Apocalypse Now, obra-prima de Francis Ford Coppola, Coração das trevas é uma joia literária. Marlowe, o protagonista, é enviado à selva africana para resgatar o enigmático Kurtz, comprador de marfim cujos métodos civilizatórios põem a nu a selvageria da exploração colonial.

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Teodor Joseph Conrad Korzeniowski nasceu em Berdichev, Polônia, a 3 de dezembro de 1857 e morreu em Bishopsbourne, Inglaterra, em 3 de agosto de 1934. Aprendeu inglês aos 23 anos e foi nesta língua que escreveu uma obra considerada unanimemente como uma das mais importantes da literatura inglesa em todos os tempos. Foi marinheiro durante 16 anos, chegando até o posto de capitão-de-longo-curso. Percorreu a Ásia, África, América e Europa, de onde tirou o material para os 17 romances que escreveu, além de novelas e dezenas de contos. Este O coração das trevas (1902) é um dos seus maiores sucessos como escritor, tendo sido adaptado para o cinema por Francis Ford Coppola sob o nome de Apocalipse Now, com Marlon Brando, Martin Sheen, Robert Duvall e Dennis Hopper. Outros sucessos: O agente secreto (1907),Lord Jim (1900), Tufão (1903), Nostromo (1904).

Acabei de ler esse livro. Lindo. Doce, enganosamente simples. Realmente um livro delicioso de se ler. O personagem Atticus é o pai exemplar, o tipo de pai que eu gostaria de ser se fosse homem. Adorei, e este livro também faz jus à fama de ser um dos melhores romances já escritos. Agora quero rever o filme.

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Edição: 1
Editora: Difel
ISBN:
Ano:
Páginas: 400
Tradutor: Fernando Ferreira Alves

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Sinopse – Por Favor Não Matem a Cotovia – Harper Lee
Durante os anos da Depressão, Atticus Finch, um advogado viúvo de Maycomb, uma pequena cidade do sul dos Estados Unidos, recebe a dura tarefa de defender um homem negro injustamente acusado de violar uma jovem branca. Através do olhar curioso e rebelde de uma criança, Harper Lee descreve-nos o dia-a-dia de uma comunidade conservadora onde o preconceito e o racismo caracterizam as relações humanas, revelando-nos, ao mesmo tempo, o processo de crescimento, aprendizagem e descoberta do mundo típicos da infância. Recentemente, alguns dos mais importantes livreiros norte-americanos atribuíram grande destaque ao livro, ao elegerem-no como o melhor romance do século XX.

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No Brasil esse Livro saiu com o título O Sol é Para Todos, e eu tenho ele também, nessa edição do Círculo do Livro,  mas estou lendo mais a versão ebook mesmo. E é essa portuguesa.

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Harper Lee

O Sol É Para Todos.

Editora Círculo do Livro S.A.;

São Paulo / SP;

317 páginas.





"Um livro deve ser o machado que quebra o mar gelado em nós."
Franz Kafka


"O livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos."
Jorge Luis Borges



Lendo

Há livros de que apenas é preciso provar, outros que têm de se devorar, outros, enfim, mas são poucos, que se tornam indispensáveis, por assim dizer, mastigar e digerir
Francis Bacon

Os livros têm os mesmos inimigos que o homem: o fogo, a humidade, os bichos, o tempo e o próprio conteúdo
Paul Valéry

Páginas



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